| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Troglodytidae |
| Swainson, 1831 | |
| Espécie: | P. genibarbis |
O garrinchão-pai-avô é um passeriforme da família Troglodytidae.
Conhecido também como garrincha-de-bigode, pai-avô, piau-vovó (Maranhão) e piô-vovô (Minas Gerais). Seu nome é onomatopaico por sua vocalização que parece dizer:“Pái-avô!Pái-avô!” repetidamente.
Seu nome científico significa: do (grego) pheugö = evitar, fugir; e de pedion = do campo; e do (latim) genis = bochechas; e de barba = barba. ⇒ (Ave) do campo com bochecha e barba que foge.
Possui quatro subespécies:
Faz ninho de fibras, em formato de bola, com entrada lateral, sobre a qual constrói um puxado extenso, vedando-a completamente. A câmara no interior tem a forma de uma cesta profunda. Faz também um ninho para dormir, para um só indivíduo, menos trabalhado do que o de reprodução.
É localmente comum no sub-bosque de florestas, tanto no interior quanto nas bordas, especialmente em emaranhados de vegetação em margens de rios e lagos. Vive aos pares, sendo de difícil observação, por permanecer oculto na vegetação.
Do sul dos rios Amazonas e Solimões em direção leste até a Costa Atlântica e para o sul até Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Encontrado também no Peru e Bolívia.